Sul sereno
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12,00 €
Nessuna tassa
As realizações poéticas encantam, quando mais não fosse pela riqueza das imagens procedentes das possibilidades semânticas, seria pela musicalidade, tal a potencialidade rítmica dos versos. Vale lembrar que, em "Arte Poética", Paul Verlaine escreveu no primeiro verso: "Antes de tudo, a música". Um bom exemplo está em "Planura", com seus versos: Amo-te, porque te amo Em definições extensas de dar... E sinto-te quando te chamo Dentro de mim, ao despertar! Os cantos vão prolongando os apelos que tornaram o sonho tanto refúgio quanto símbolo, construídos nas facetas fascinantes de um vigoroso discurso poético. Sonhemos, pois, com Ana e com seus poemas que trazem, em sua maioria, a palavra sonho, ora atuando como substantivo, ora como o verbo sonhar. O que precisa haver na síntese do sonho: amor e fé, pilares que apoiam quase um mito, tal a grandeza da esperança resultante. Agora vale lembrar outro poeta, Carlos Drummond de Andrade: "Amor - pois que é palavra essencial - / comece esta canção e toda a envolva". O processo de envolvimento e exame existencial conclui uma justaposição dinâmica, palavra e ritmo, com a qual é tecida a poética de Ana Tapadas. A poeta cria uma associação comunicativa fortalecedora de seus versos. Gerana Damulakis (Academia de Letras da Bahia)
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